Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008

JON OLIVA'S PAIN - MANIACAL RENDERINGS

Seria um pouco injusto dizer que “Maniacal Renderings”, o 3º álbum do Jon Oliva’s Pain - lançado em 2006, é quase igual aos trabalhos do Savatage. Na verdade é isso mesmo, mas como o tecladista e vocalista foi o mentor e é o principal compositor de ambos os projetos, podemos perdoar o plágio.

Cercado dos mesmos excelentes músicos que o acompanharam no ‘debut’ “Tage Mahal”, de 2004, Oliva abre o disco com “Through The Eyes Of The King”, que mais parece uma versão do clássico “Hall Of The Mountain King”, do Savatage. E esse é o clima de todo trabalho.

O contraste só aparece mesmo lá na metade do repertório com a balada “The Answer”, seguida da paulada “Push It To The Limit”. Depois dela, entretanto, vem “Who’s Playing God” devolvendo a cara de “Ópera-Rock” a “Maniacal Renderings” e mostrando novamente o velho e bom Jon Oliva que todos conhecemos tão bem.

Ele ainda aproveitou alguns ‘riffs’ e idéias deixadas por seu irmão, o falecido guitarrista Criss Oliva, na época das gravações do álbum “Gutter Ballet”, de 1989. “Timeless Flight” é um exemplo e, um dos grandes destaques do repertório. “End Times” e “Still I Pray For You Now” são outras que merecem ser ouvidas com atenção.

No geral, o disco traz boas composições, especialmente as baladas, e deverá agradar aos fãs de Savatage e derivados. E não importa o nome do projeto, Jon Oliva ainda expressa seus sentimentos por meio da música de forma única.

Formação:

Jon Oliva (Vocals, Piano, Keyboards, Guitars)
Christopher Kinder (Drums, Percussion, Backing Vocals)
John Zahner (Keyboards, Organ, Piano, Backing Vocals)
Kevin Rothney (Bass, Backing Vocals)
Matt Laporte (Guitar, Backing Vocals)
Shane French (Guitar, Backing Vocals)

Tracklist

01 - Through The Eyes Of The King
02 - Maniacal Renderings
03 - Evil Beside You
04 - Time To Die
05 - Answer
06 - Push It To The Limit
07 - Who’s Playing God
08 - Timeless Flight
09 - Holes
10 - End Times
11 - Still I Pray For You Now

Quarta-feira, 27 de Agosto de 2008

ULI JON ROTH - METAMORPHOSIS VIVALDIS FOUR SEASONS

Esse cara, é FODA. Eu não vou dizer aqui que o guitarrista hyppie, Uli Jon Roth, fez parte da banda Scorpions até o álbum "Take By Force", juro que não vou dizer, mas já escrevi, ah! ah! ah!. Uli é um guitarrista sensasional, e o seu "som", é muito legal, "neoclássico-espacial-progressivo-espiritual-místico", aliado ao seu virtuosismo. Uli John Roth, é super fan do mestre Jimi Hendrix, e a sua música sofre uma grande influência do mestre J.H. Dá para entender porque ele saiu da banda Scorpions, Uli não é um músico de um só caminho, ele é multi-facetado.

Embora tenha passado anos de sua carreira envolvido com o rock do Scorpions, hoje ele mistura com maestria duas de suas paixões: guitarra elétrica e música erudita. Seu instrumento principal é uma Sky custom de sete cordas, e os recursos que usa são ligados, arpejos, alavancadas, melodias inusitadas e palhetada matadora. Inclua, também, uma forte influência de Jimi Hendrix. Guitar Player conversou com Uli Jon Roth, que, com muita simpatia, contou o que torna sua história tão especial.

Lições 10 passos para tocar como Uli Jon Roth

Uli Jon Roth é uma figura importante para a guitarra rock. Além de ex-guitarrista do Scorpions, Roth é um devoto de Hendrix e um dos fundadores do estilo neoclássico. Em seus projetos solo, ele evoluiu para se tornar um talentoso e influente guitarrista e arranjador.

Quando os alemães do Scorpions se separaram depois que Michael Schenker saiu da banda para se juntar ao UFO, em abril de 1973, foi Uli Jon Roth (então conhecido como Ulrich Roth) quem deu condições para a reformulação da banda, um ano mais tarde. Roth se uniu ao guitarrista rítmico Rudolph Schenker (irmão mais velho de Michael) e lançou quatro importantes álbuns de estúdio: Fly to the Rainbow (1974), In Trance (1975), Virgin Killer (1976) e Taken by Force (1977). Eles prosseguiram em 1978 com Tokyo Tapes, o excelente álbum duplo ao vivo que impulsionou o Scorpions para alturas ainda maiores.

Depois de deixar o grupo em 1978, Roth formou o Electric Sun e lançou três discos antes de embarcar em uma carreira solo que resultou em vários álbuns ao longo de uma década, com destaque para Transcendental Sky Guitar Vol. I & II. Roth reuniu a Sky Orchestra para canalizar seu amor pela música clássica e pelo estilo blueseiro de Hendrix. O auge foi o álbum Metamorphosis (2003), que contém o impressionante virtuosismo de Uli e um arranjo de As Quatro Estações, de Antonio Vivaldi.

Mas, apesar de sua queda pela música “antiga”, Roth não permanece no passado. Seu site oficial, www.ulijonroth.com (uma fonte fantástica para todos os trabalhos de Uli), divide sua maravilhosa discografia em três períodos distintos (os álbuns do Scorpions, Electric Sun e UJR) e afirma com todas as letras que, mesmo sabendo que muitos fãs adoram seus primeiros dois períodos, eles não representam a atual mente musical de Roth. Esta lição traz exemplos do primeiro e terceiro períodos do guitarrista. Siga os passos para compreender o estilo de Uli Jon Roth.

Tracklist

01 - Prelude To The Seasons (U.J.R.)
02 - Venga La Primavera
03 - April Rain
04 - Triumph Of Spring
05 - Tales Of The Summer Wind
06 - Thunder In July
07 - Tempest: Tuona E Fulmina
08 - Cheiron And Selenos
09 - Teardrops In October
10 - Artemis
11 - Ice, Wind & Fire
12 - Sleighbells At Yasnaya
13 - War Of The Winds
14 - Thunder Cadenza (U.J.R.)
15 - Cry Of The Night
16 - Summer’S Breath
17 - Rodeo From Hell
18 - Les Adieux
19 - Springtime Euphoria
20 - Heart Of Chopin
21 - Dance Of The Water Spirits
22 - Transfiguration
23 - Venga La Vita
24 - Morning Of Forever

Quarta-feira, 16 de Julho de 2008

REVOLUTION RENAISSANCE - NEW ERA

"New Era", é o disco de estréia do REVOLUTION RENAISSANCE, nova banda do guitarrista Timo Tolkki (STRATOVARIUS), lançado em junho de 2008.

Neste álbum contou com os vocalistas Michael Kiske (ex-HELLOWEEN), Tobias Sammet (EDGUY, AVANTASIA) e Pasi Rantanen (THUNDERSTONE), além do baterista Mirka Rantanen (THUNDERSTONE), do baixista Pasi Heikkilä (45 DEGREE WOMAN) e do tecladista Joonas Puolakka on keyboards.

Segue abaixo o tracklist do CD; todas as faixas foram compostas por Tolkki, sendo os nomes que aparecem entre parênteses dos respectivos vocalistas:

01 - 'Heroes' (Sammet)
02 - 'I Did It My Way' (Kiske)
03 - 'We Are Magic' (Mirka Rantanen)
04 - 'Angel' (Kiske)
05 - 'Eden Is Burning' (Rantanen)
06 - 'Glorious And Divine' (Sammet)
07 - 'Born Upon The Cross' (Rantanen)
08 - 'Keep The Flame Alive' (Kiske)
09 - 'Last Night On Earth' (Kiske)
10 - 'Revolution Renaissance' (Kiske)

Quinta-feira, 10 de Julho de 2008

SUICIDAL TENDENCIES - SUICIDAL FOR LIFE

"Suicidal For Life" lançado em 1994 até pouco tempo atrás era um álbum triste, pois marcava o fim da banda, ou melhor o último disco. Josh Freese deu lugar a Jimmy de Grasso, que já havia tocado com Y&T, Alice Cooper e White Lion . O HC/Metal nova iorquino veio mais forte e mais pesado que nos álbuns anteriores, as letras mais ácidas e nitidamente mais críticas. Fuck pra todos os lados. A parte instrumental é irretocável, não há uma música que não se destaque. Todos quebram tudo (parece que em um último esforço eles queriam deixar mesmo o melhor de cada um – pelo menos em termos técnicos).

Tracklist

01 - Invocation
02 - Don’t Give a Fuck!
03 - No Fuck’n Problem
04 - Suicyco Muthafucka
05 - Fucked up Just Right!
06 - No Bullshit
07 - What Else Could I Do?
08 - What You Need’s a Friend
09 - I Wouldn’t Mind
10 - Depression and Anguish
11 - Evil
12 - Love vs - Loneliness
13 - Benediction

Segunda-feira, 7 de Julho de 2008

SUICIDAL TENDENCIES - STILL CYCO AFTER ALL THESE YEARS

Show do Suicidal Tendencies no Porão do Rock - dia 1º de agosto

Lançado em 1993 "Still Cyco After All These Years" é uma regravação do primeiro álbum da banda com algumas modificações que deixaram as músicas mais pesadas e com uma pegada mais thrash. Também contém duas regravações do Join the Army, além de uma faixa que nunca havia sido gravada. 

A última formação do Suicidal Tendencies antes da primeira separação:

Mike Muir - vocal
Mike Clark - guitarra
Rocky George - guitarra solo
Robert Trujillo - baixo
Jimmy DeGrasso - bateria

Tracklist

01 - Suicide’s an Alternative
02 - Two-sided Politics
03 - Subliminal
04 - I Shot the Devil
05 - Won’t Fall in Love Today
06 - Institutionalized
07 - War Inside My Head
08 - Don’t Give Me Your Nothin’
09 - Memories of Tomorrow
10 - Possessed
11 - I Saw Your Mommy
12 - Fascist Pig
13 - A Little Each Day
14 - I Want More
15 - Suicidal Failure

Quinta-feira, 3 de Julho de 2008

SUICIDAL TENDENCIES - THE ART OF REBELLION

Show do Suicidal Tendencies no Porão do Rock - dia 1º de agosto

"The Art Of Rebellion" lançado em 1992 também foi muito criticado por alguns fãs antigos, a banda ganhou mais peso com a entrada de Jimmy DeGrasso na bateria, ótimo batera, toca muito...

Em excelente disco, bem pesado uma mistura de Heavy Metal, HC e Funk Metal.

Destaque para as faixas:

02 - Accept My Sacrifice, 03 - Nobody Hears, 07 - I Wasn’t Meant to Feel This/Asleep at the Wheel, 08 - Gotta Kill Captain Stupid, 09 - I’ll Hate You Better e 10 - Which Way to Free?

Formação:

Mike Muir - vocal
Mike Clark - guitarra
Rocky George - guitarra solo
Robert Trujillo - baixo
Jimmy DeGrasso - bateria

Tracklist

01 - Can’t Stop
02 - Accept My Sacrifice
03 - Nobody Hears
04 - Tap Into the Power
05 - Monopoly on Sorrow
06 - We Call This Mutha Revenge
07 - I Wasn’t Meant to Feel This/Asleep at the Wheel
08 - Gotta Kill Captain Stupid
09 - I’ll Hate You Better
10 - Which Way to Free?
11 - It’s Going Down
12 - Where’s the Truth

Quarta-feira, 2 de Julho de 2008

SUICIDAL TENDENCIES - HOW WILL I LAUGH TOMORROW...

Show do Suicidal Tendencies - dia 01/08/2008 no Porão do Rock

Com o seu terceiro disco "How Will I Laugh Tomorrow When I Can’t even Smile Today" de 1988, o Suicidal finalmente conseguiu um apoio maior da gravadora em termos de distribuição, propaganda e divulgação. Foi a essa altura do campeonato que os garotos (já não tão garotos assim) resolveram incluir mais um guitarrista. Com a entrada de Mike Clark um guitarrista mais concentrado nas bases das músicas, e a substituição do baixista Louiche Mayorga por Bob Heathcote, a sonoridade da banda deu uma guinada em direção a um som mais pesado (mais heavy, menos punk). Sem deixar de lado as suas mensagens, é claro. Mike Clark entrou de sola, já que no disco 70% das músicas têm sua assinatura. A produção de Mark Dodson, que na época trabalhava com o Anthrax, com certeza soube explorar os contrastes e as diferentes tendencias que o Suicidal começava a experimentar, e um dos resultados desse trabalho é uma das músicas mais famosas da banda, a canção título. De balada a porrada, de porrada a balada, sem perder o pique, o disco inteiro é imperdível, recheado de canções que ajudaram a arrebanhar mais membros para a "Suicidal Family".

Destaque para as faixas: "01 - Trip at the Brain", "03 - Pledge Your Allegiance", "04 - How will I Laugh Tomorrow" e "06 - Suicyco Mania"

Tracklist

01 - Trip at the Brain
02 - Hearing Voices
03 - Pledge Your Allegiance
04 - How will I Laugh Tomorrow
05 - The Miracle
06 - Suicyco Mania
07 - Surf & Slam
08 - If I Don’t Wake Up
09 - Sorry?!
10 - One Too Many Times
11 - The Feeling’s Back

Terça-feira, 1 de Julho de 2008

SUICIDAL TENDENCIES - JOIN THE ARMY

Show do Suicidal Tendencies - dia 01/08/2008 no Porão do Rock

"Join the Army" segundo disco do Suicidal, lançado em 1987 e tendo a canção "Possessed to Skate" se tornar um sucesso. Quando parecia que tudo estava bem, Mike Muir viu seus três companheiros deixarem o grupo. Entraram no lugar Rocky George, Ralph Herrera e Bob Heathcote.

Destaque para as faixas "02 - Join The Army", "04 - A Little Each Day", "06 - War Inside My Head", e "09 - Possessed To Skate"

Formação:

Mike Muir - vocal
Rocky George - guitarra
Bob Heathcote - baixo
Ralph J. Herrera - bateria

Tracklist

01 - Suicidal Maniac
02 - Join The Army
03 - You Got, I Want
04 - A Little Each Day
05 - The Prisoner
06 - War Inside My Head
07 - I Feel Your Pain
08 - Human Guinea Pig
09 - Possessed To Skate
10 - No Name, No Words
11 - Cyco
12 - Two Wrongs Don't Make A Right
13 - Looking In Your Eyes

SUICIDAL TENDENCIES - SUICIDAL TENDENCIES 1983

A partir de hoje estarei postando os principais discos desta puta banda que tocará no Porão do Rock em Brasília no dia 1º de agosto de 2008, atração principal do primeiro dia do evento. Para aqueles que ainda não conhecem o som do Suicidal demorou para baixar e ir aquecendo os motores para o show que promete ser paulada na veia... HC e Metal....

Suicidal Tendencies é uma banda americana de hardcore punk formada em 1982 em Venice, Califórnia.

O vocalista e letrista Mike Muir (também conhecido como "Cyco Miko") é o único membro constante. Citados muitas vezes como o criador do gênero skate punk, Desde o início a banda inclue influências de heavy metal e thrash metal. Mais tarde o funk e até mesmo hip hop.

Apesar do Suicidal Tendencies nunca ter feito muito sucesso comercial eles são muito respeitados por terem sido uma das primeiras bandas a misturar hardcore com heavy metal resultando no chamado crossover thrash (junto com Anthrax, Corrosion of Conformity, D.R.I., Excel, Nuclear Assault, S.O.D. e muitas outras).

O Suicidal Tendencies começou sua história criando muita polêmica. Era início da década de 1980 e quatro jovens de origem latina, que moravam em Venice, Los Angeles, formaram o grupo. O quarteto era Mike Muir, líder do grupo, Louiche Mayorga, Grant Estes e Amery Smith. Com um visual diferente, que chamava atenção por ter inspirações nas culturas latina e negra, o grupo começou a ganhar público, de punks a skatistas.

A fama trouxe também problemas para o Suicidal. A polícia estava sempre na cola do grupo, porque os concertos costumavam ser palco para brigas entre gangues. Aliás, a banda foi muitas vezes associada a uma gangue em particular dos subúrbios de Los Angeles, os Crips. A banda usava frequentemente a cor azul característica deste grupo, e o lenço azul que Mike Muir costuma usar é a imagem de marca dos Crips. O problema se agravou com a chegada do primeiro álbum, em 1983, que levava o nome do grupo, e com a turnê que iniciaram pelos Estados Unidos. Nesta época, a banda não tinha dinheiro suficiente e muitas vezes chegaram a tocar de graça ou em troca de alguns poucos dólares.

Formação original no lançamento do 1º disco em 1983:

Mike Muir - vocal
Mike Dunnigan - guitarra
Andrew Evans - baixo
Sean Dunnigan - bateria

Tracklist

01 - Suicide's An Alternative , You'll Be Sorry
02 - Two Sides Politics
03 - I Shot The Devil
04 - Subliminal
05 - Won't Fall In Today
06 - Institutionalised
07 - Memories Of Tomorrow
08 - Possessed
09 - I Saw Your Mommy
10 - Fascist Pig
11 - I Want More
12 - Suicidal Failure
13 - Possessed To Skate
14 - Human Guinea Pig
15 - Two Wrongs Don't Make A Right

Sábado, 28 de Junho de 2008

DORO - FORCE MAJEURE

"Force Majeure" lançado em 1989 é o primeiro disco da carreira solo de Doro Pesch, vocalista alemã que ja integrou as bandas Snakebite e Warlock. Destaque para "A Whiter Shade Of Pale" regravação da banda Procol Harun.

Tracklist

01 - Whiter Shade of Pale
02 - Save My Soul
03 - World Gone Wild
04 - Mission of Mercy
05 - Angels With Dirty Faces
06 - Beyond the Trees
07 - Hard Times
08 - Hellraiser
09 - I Am What I Am
10 - Cry Wolf
11 - Under the Gun
12 - River of Tears
13 - Dis Aufs Blut

Terça-feira, 24 de Junho de 2008

SAVATAGE - DEAD WINTER DEAD

"Dead Winter Dead" é o 11º disco do Savatage, lançado em 1995, conta com a volta de Criss Caffery, além dele é contratado também o fantástico guitarrista Al Pitrelli (ex-Widowmaker, Y&T, Alice Cooper). Um clássico e conceitual, Dead Winter Dead que fala sobre a guerra na Iugoslávia... Uma obra prima do metal.

Tracklist

01 - Overture
02 - Sarajevo
03 - This Is The Time
04 - I Am
05 - Starlight
06 - Doesn't Matter Anyway
07 - This Isn't What We Meant
08 - Mozart and Madness
09 - Memory [Dead Winter Dead Intro]
10 - Dead Winter Dead
11 - One Child
12 - Christmas Eve (Sarajevo 12-24)
13 - Not What You See

Quinta-feira, 12 de Junho de 2008

OMEN - BATTLE CRY

Primeiro disco desta puta banda de metal dos anos 80.

Tracklist

01 - Death Rider
02 - The Axeman
03 - Last Rites
04 - Dragon's Breath
05 - Be My Wench
06 - Battle Cry
07 - Die By The Blade
08 - Prince Of Darkness
09 - Bring Out The Beast
10 - In The Arena

Terça-feira, 27 de Maio de 2008

SUN RED SUN - SUN RED SUN 1989

Já faz algum tempo que existem aqueles projetos que reúnem músicos convidados, como também existem dúvidas sobre o que vamos encontrar quando nos deparamos com um.

Ocorre que na maioria das vezes, o músico responsável pelo projeto geralmente compões canções sobre um tema que lhe agrade, e o que não significa que os demais músicos convidados têm que compartilhar do mesmo gosto sobre o tema, fazendo com que os resultados sejam as vezes decepcionantes.

Ouvindo a este SUN RED SUN, que nada mais é do que um projeto do guitarrista AI Romano, sem um tema especial definido, podemos dizer que a escolha dos músicos foi de alto nível, pois entre os convidados temos Mr. Ray Gillen, seguido de Mike Starr (Alice in Chains) e Bobby Rondinelli (Rondinelli, Rainbow, Black Sabbath), entre outros.

Vale lembrar que a maior parte das composições foram feitas por Joey Belladonna, AI Romano e John Mc'coy, que, na época, seriam a base da banda Belladonna, (de Joey, demitido do Anthrax na época) e que seriam gravadas no 1° disco solo do vocalista, fato que não ocorreu.

John Mc'coy, para quem não se lembra, é aquele careca gordo e barbudo que fez parte da banda de lan Gillan nos anos 80, juntando-se mais tarde à banda Mammoth.

O CD marca também o reencontro dos músicos Ray Gillen e Bobby Rondinelli, que haviam tocado juntos na banda Rondinelli.

Aliás, confesso que as músicas onde participam Gillen e Rondinelli são as melhores do álbum, já que as demais, apesar da qualidade dos músicos parecem mesmo com aquilo que chamamos "restos de estúdio".

O CD abre com o ritmo pesado de "Hard-Life" , uma tremenda pancada, que mostra que Joey Belladonna estava bem intencionado quando compôs as músicas para lançamento do seu 1° CD solo.

"Outrageous" vem com um ritmo mais cadenciado e também pesadão além das ótimas manobras vocais de Ray, que apesar de demonstrar nas fotos do encarte do CD já estar nitidamente debilitado pela doença que fez com que o mesmo viesse a falecer algum tempo depois, ainda demonstra extrema competência como vocalista.

"Lock Me Up" lembra muito os trabalhos de Joey no Anthrax e vai agradar em cheio ao fãs de Anthrax.

Com certeza se encaixaria perfeitamente em qualquer cd banda se Joey Belladonna lá ainda estivesse.

Já imaginaram como seria o Anthrax com Ray Gillen nos vocais ? ai está uma oportunidade única para conferirmos, e olha que ficou bacana!

"I Know a Place" é a última a ser cantada por Ray sendo uma composição de Jonh Mc'coy, com uma introdução de baixo característica do mesmo, lembrando muito os trabalhos em que participou na banda do grande lan Gillan.

Na música "Responsible" temos a participação de Chris Caffery (Savatage) e de Jonh West (Artension, e atual Royal Hunt), que na época, não cantava metade do canta hoje, o que se ouve a partir dessa música é um CD sem a mínima inspiração.

"Big Misunderstanding" deixa muito a desejar, e onde AI Romano comete seu primeiro erro ao tentar cantar, mostrando que deveria se preocupar somente em tocar guitarra, o cara lembra uma cópia mal feita de Vince Neil do Motley Crue.

"Deadly Nightshade" nos dá a impressão que o cd vai pegar pique novamente pois é a melhorzinha das músicas sem Ray nos vocais, mas isso infelizmente não acontece.

"Intoxication" tem momentos que lembram um pouco o estilo Trash , mas o refrão cansa, sendo pegajoso e cansativo, fraquinha, fraquinha !

Quem tem a curiosidade de ouvir Ray Gillen cantando em uma banda com o estilo mais direcionado ao Heavy Metal e que o aprecia como vocalista, não perca tempo, BAIXE LOGO! Pois trata-se de um item de colecionador!

Tracklist

01 - I Know A Place
02 - Hard Life
03 - Outrageous
04 - Lock Me Up
05 - Final Curtain
06 - Responsible
07 - Deadly Nightshade
08 - Big Misunderstanding
09 - Intoxication
10 - How Do You Like Those
11 - Outrageous (Alternative Version)

Quinta-feira, 22 de Maio de 2008

LIBERTY 'N JUSTICE - INDEPENDENCE DAY

 

O projeto Liberty N’Justice foi fundado em 1991 por Justin Murr e Patrick Marchand. O projeto gravou quatro discos “normais” até 2000, que foram Armed With The Cross (92), Big Guns (94), Forever ‘Til The End (96) e Bargain Bin (00). Então, em 2004 gravou Welcome To The Revolution com as participações de Lou Gramm (Foreigner), Michael Sweet (Stryper), Jamie Rowe (London Calling) e John Schlitt e Greg X Volz (Petra), entre outros. O sucesso das participações especiais empolgou o projeto, que a partir de 2006 lançou os dois discos recheados de convidados especiais.

O primeiro disco se chama Soundtrack Of A Soul, foi lançado originalmente em 2006 e conta com a participação especial de Sebastian Bach, Stephen Pearcy (ex-Ratt), Mark Slaughter (Slaughter), Jamie Rowe (Guardian), Josh Kramer (Saint), Oni Logan (Lynch Mob), Scott Wenzel (White Cross), Pete Loran (Trixter), Ted Poley (Danger Danger), Mikey Dee (Motörhead), Mike Lee (Barren Cross), Phil Naro (Talas/Peter Criss Band).

Este é o segundo se chama Independence Day, lançado em 2007 e também está recheado de participações: John Corabi (ex-Mötley Crüe), Jack Russell (Great White), Kelly Keagey (Night Ranger), Shawn Pelata (Line Of Fire), Pete Loran (Trixter), Kelly Keeling (Baton Rouge/Michael Schenker Group), Tony Mills (TNT), Ted Poley (Danger Danger), Jamie Rowe (Guardian), Jaime St. James (Warrant/Black’n’Blue) e Jani Lane (Warrant), entre outros.

Tracklist

01 - Doubting Thomas (with John Corabi Of Motley Crue)
02 - Monkey Dance (with Jack Russell Of Great White)
03 - Soldier (with Kelly Keagey Of Night Ranger)
04 - My Sacrifice (wShawn Pelata Of Line Of Fire)
05 - Phoenix (with Pete Loran Of Trixter)
06 - Independence Day (with Kelly Keeling Of Baton Rouge)
07 - Meet My Monster (with Tony Mills Of TNT)
08 - Praying For A Miracle (with Ted Ploey Of Danger Danger)
09 - Fade (with Jamie Rowe)
10 - Bullet, Train, Breakdown (with James Of Warrant)
11 - Addiction (with Jani Lane)
12 - Wake The Dead (with Ez Gomer)
13 - Snake Eat Snake (with David Raymond Reeves)
14 - A Little Bit Of Love (with Mark And Shannon Hovland)

 

Domingo, 18 de Maio de 2008

WOLFMOTHER - WOLFMOTHER 2006

Dentre a safra de bandas de rock que apareceram depois da virada do século, o Wolfmother é sem dúvida a mais peculiar de todas. Fugindo da estética retrô anos 80, o trio australiano foi bem mais longe, ao reproduzir a psicodelia e o som pesado pré-heavy metal dos anos 60 e 70, batizado no Brasil como “rock pauleira”. Mais: conseguiu fazer músicas que parecem clones de Black Sabbath, mas sem deixar de lado referências a Pink Floyd, Blue Cheer, Jethro Tull, Led Zeppelin (no que esbarrou no White Stripes, outro emérito decalcador) e adjacências. Deu certo. E o lançamento desse CD, é prova disso.

Mas o Wolfmother – que fique claro – é uma banda de guitarras, que se sustenta a partir do riffs bem sacados de Andrew. Músicas como “Tales” e “Colossal”, além da já citada “Woman”, sequer existiriam não fossem as guitarras pesadas, secas e primais que lhe dão o tom. Duas músicas do mesmo repertório, gravadas na lotada Brixton Academy, em Londres, também aparecem. “Dimension”, pós-editada com efeitos retrô que duplicam as imagens de cada integrante ficou simplesmente sensacional.

Tracklist

01 - Colossal
02 - Woman
03 - White Unicorn
04 - Pyramid
05 - Mind's Eye
06 - Joker & The Thief
07 - Dimension
08 - Where Eagles Have Been
09 - Apple Tree
10 - Tales From The Forest Of The Gnomes
11 - Withcraft
12 - Vagabond

Domingo, 11 de Maio de 2008

ELF - CAROLINA COUNTRY BALL

"Carolina Country Ball" lançado em 1974 é o segundo disco do ELF, segunda banda de Ronnie James Dio, porém a primeira banda a gravar com a presença do mago DIO. Mudaram o nome mais vezes: The Electric Elves, mais tarde, apenas The Elves e então, ELF. Mickey Lee Soule entrou para tocar teclado e Gary Driscoll, bateria. Dio fazia o vocal e tocava baixo.

Roger Glover era o produtor do ELF. O guitarrista saiu entrando outro em seu lugar, um baixista juntou-se à banda e Ronnie concentrou-se nos vocais. “Carolina County Ball”, de 1974, o segundo LP, também foi produzido por Glover, que ficou muito interessado na voz de Dio convidando-o para tocarem juntos. Mas não era só Roger Glover que percebia o talento de Ronnie James Dio. Em 1974 ainda, Ritchie Blackmore, nada satisfeito com o Deep Purple, quis lançar um álbum solo, e o ELF acabou entrando nessa. No ano seguinte saíram “Trying To Burn The Sun” (do ELF) e “Rainbow” (do Blackmore, com o Dio). A situação ficou um tanto confusa para ambas as bandas e Ritchie formou então o Blackmore’s Rainbow, saindo oficialmente do Purple. O ELF acabou.

Formação:

Ronnie James Dio - vocals, bass
David Feinstein - guitars
Gary Driscoll - drums, percussion
Mickey Lee Soule - piano

Tracklist

01 - Carolina County Ball
02 - L.A./59
03 - Ain't It All Amusing
04 - Happy
05 - Annie New Orleans
06 - Rocking Chair Rock 'N' Roll Blues
07 - Rainbow
08 - Do The Same Thing
09 - Blanche

MEGADETH - UNITED ABOMINATIONS

Show do Megadeth em Goiânia no dia 03/06, local: Clube Jaó

O segredo de tamanha vitalidade deste disco, um marco absoluto na discografia recente do quase trintão Megadeth, pode estar na presença dos irmãos Drover (Glen na guitarra e Shawn na bateria), novos membros do line-up da banda e que talvez tenham injetado ar fresco pela goela de um Mustaine que vinha se declarando publicamente cansado e desgastado. Mas grande parte da força de "United Abominations" está mesmo escondida nas letras do disco, politicamente diretas e retas, do jeito que o vocalista e guitarrista sempre gostou, indo direto ao assunto e analisando, de forma ácida e virulenta, a atual situação do mundo - em especial, a dos Estados Unidos e suas guerras internacionais e a reprovável atuação bunda-mole das Nações Unidas com relação a tudo isso. Esqueça o fato de que o sujeito é, nos dias de hoje, um cristão dedicado, direitista e nacionalista ao extremo. Antes de tudo, ele é um notório ativista pela paz e pelos direitos individuais, pela boa e velha liberdade de expressão. E é isso que importa. Mustaine parece ter se reencontrado enquanto pessoa e artista, e está mais crítico do que nunca. Isso faz muito bem ao tipo de som que ele pratica, um thrash/speed no qual a violência sonora é atributo recomendadíssimo e a revolta só ajuda a tornar tudo ainda mais visceral. A gente só tem a agradecer.

"Ethnic cleansing with no defending / These acts of genocide / A fatal ending with no surrendering / To cover up the crimes and lie", começa a letra de "Gears of War", atacando os recentes conflitos étnicos. "Amerikhastan", possivelmente uma das melhores passagens do CD e cantada por Mustaine de modo quase falado, deixaria qualquer Rage Against The Machine com inveja - ou talvez meio fulo da vida, em especial depois de versos como "Hey Jihad Joe? Guess what? We're coming to get you". E a vingança continua a falar alto e forte em "You're Dead": "One day / I'll dance on your graves / Even if you're buried at sea / Till then till when I exact my revenge / I'll tell them you're dead to me". Ideologias políticas à parte, o cara está no auge da forma como compositor e, diferente da maior parte das bandas de heavy metal da atualidade, deixa dragões e princesas (ou, quem sabe, aquelas dores de cotovelo adolescentes) de lado para meter o dedo na ferida e falar do mundo real.

Um dos destaques de "United Abominations" é a merecida releitura de "A Tout Le Monde" - canção do disco "Youthnasia" (1994) que, na época, foi acusada de incentivar o suicídio e banida das programações das rádios depois que a pudica MTV gringa decidiu por bem que não mais exibiria o seu videoclipe. O músico não se conformou com esta história toda e achou que a faixa merecia uma nova chance. Nesta nova versão, Mustaine divide belamente os vocais com a igualmente bela Cristina Scabbia, responsável pelos microfones da banda italiana Lacuna Coil. Não se deixe enganar, no entanto, pelos ares de balada metálica que "A Tout Le Monde" possa sequer lhe sugerir, já que o restante do disco é uma porrada atrás da outra, muito melhor representado pela dureza e simplicidade de "Washington Is Next" ou da inspirada faixa-título. Espere para ouvir um MEGADETH curto, seco, rasgado e funcional ao extremo, sem redondilhas, contra-indicado para ouvidos mais sensíveis. Mustaine pode não ser o melhor cantor do universo (lembrando muito mais uma espécie de Pato Donald embriagado), mas quem se importa? A voz dele é tão característica e se encaixa tão bem com as canções do MEGADETH que não sobra espaço para reclamar. Ozzy Osbourne que o diga.

Sem dúvidas, um dos melhores discos que ouvi em 2007. Para calar a boca dos eternos defensores do Metallica, banda da qual Mustaine é egresso e que, perdoem-me os puristas pentelhos de Lars Ulrich e cia., deveria se envergonhar de um "St.Anger" (2003) depois de ouvir este "United Abominations" (sei que é muito clichê citar o METALLICA sempre que se fala de Dave Mustaine, mas não dava para evitar aquela cutucadinha básica). A guitarra final de "Burnt Ice", a música de encerramento, já dá a dica: evolução não quer dizer uma homérica forçada de barra para se adaptar "aos novos tempos". Você só precisa continuar sendo você mesmo. O resto vem com o tempo.

Esse disco ta excelente, pesado, bem trabalhado e com a pegada do Megadeth. Pena que o Dave Mustaine está levando sua banda igual a uma banda nacional que temos aqui, a cada disco com integrantes diferentes, contratado.... Mas Megadeth é Megadeth. Porrada na cabeça....

Formação:
Dave Mustaine - Vocal e Guitarra
Glen Drover - Guitarra
James Lomenzo - Baixo
Shawn Drover - Bateria

Tracklist

01 – Sleepwalker
02 - Washington is Next!
03 - Never Walk Alone...A Call to Arms
04 - United Abominations
05 - Gears of War
06 - Blessed Are the Dead
07 - Play For Blood
08 - A Tout Le Monde
09 – Amerikhastan
10 - You're Dead
11 - Burnt Ice

Sexta-feira, 9 de Maio de 2008

MEGADETH - RUST IN PEACE

Show do Megadeth em Goiânia dia 03/06, local: Clube Jaó

Foi-se o tempo em que a safra metálica americana surpreendia o mundo, desde o início até a fim dos anos 80. Foi exatamente nesta época que o Megadeth se projetava para ser o que ele é, atualmente.

Indiscutivelmente este é o melhor álbum do Megadeth, não só porque conta com o melhor line up que já formou a banda, mas porque a genialidade dos riffs da dupla imortalizada Mustaine/Friedman é surreal! Não dá pra entender como tem cara com tanta criatividade como o ícone Mustaine, compondo riffs que não beiraram, e sim atingiram a perfeição em músicas como a desgraçada Holy Wars...the Punishment Due (uma das melhores composições de todo o Thrash), ou a Tornado of Souls.

A cozinha Nick Menza/Dave Ellefson também está irretocável, acompanhando com maestria toda a agressividade de Marty Friedman; como na própria música Rust in Peace...Polaris e Five Magics... Aliás, os solos de Friedman estão inspiradíssimos, e nunca em um álbum de thrash se viu tanto entrosamento entre fúria e feeling como nos solos frenéticos de Hangar 18 !!!

Esse álbum com certeza fez a cabeça dos thrashbangers no mundo inteiro, e elevou o nome do Megadeth a níveis gigantescos. O intuito de Mustaine ao formar a banda era o de superar o Metallica (onde foi integrante no começo da carreira fazendo parceria com Hetfield) em qualidade e popularidade... Com certeza ele não conseguiu, porém o Metallica conseguiu esse status pagando preços bem altos como a comercialização da sonoridade e conseqüentemente a fuga do estilo que os consagrou... O Megadeth correu esse Risko (que trocadilho mais infeliz esse hein!), mas despertou logo, para a alegria de fãs insanos. Ainda bem que voltaram às atividades esse ano, e o novo cd já é um dos mais esperados do thrash, já que o Exodus lançou recentemente um novo petardo, bem como o Korzus; e ainda tem o Death Angel.

Não superou em popularidade, mas em qualidade sim senhor, ainda mais se tratando desse R.I.P., onde as estruturas das músicas são extremamente complexas e originais, e realmente transbordam peso aliado ao bom gosto. Pra mim, a grande diferença do Megadeth para as outras bandas de thrash, é que a partir deste álbum, eles sempre fizeram questão de acoplar sentimento (seja ele de fúria, alegria ou depressão) à ótima qualidade das músicas, fazendo assim o grande diferencial do mercado; e aí não fica difícil de entender o porquê que eu disse logo acima que eles superaram não só o Metallica, como outras bandas também em qualidade.

Comentário faixa-a-faixa

Holy Wars...The Punishment Due: CLÁSSICO dos CLÁSSICOS do Megadeth, técnica e peso cheam a tal ponto que se equilíbram de forma psíquica, um dos maiores hinos da história!! Arrisco-me a dizer que se não é a melhor, pelo menos estaria no TOP 3 do Megadeth, melhor abertura possível de um album.

Nota: 10

Hangar 18: Acabando de se matar de tanto balançar a cabeça só com a primeira música? Então esperimente esse outro clássico do Megadeth! Música que não tem como não gostar, riffs ultra bem elaborados, solo de cair o queixo, base destruidora. Merece destaque, é claro, para o dueto de guitarras entre Marty Friedman e Dave Mustaine, literalmente de matar!!! Enfim, um CLASSICO, que agora os viciados em Guitar Hero, juntamente com a também classica Symphony of Destruction, podem desfrutar da música.

Nota: 10

Take No Prisoners: Putz...literalmente pancadaria do começo ao fim, riffs muito rapidos e pesados...uma música que o Mötorhead sempre quis ter (não estou fazendo nehum tipo de desmerecimento, pois sou um fã doente também de Mötorhead, hehehe). Mas apesar de tanta genialidade, acho que bater nas duas lá em cima é uma tarefa muito dificil. Mas sem dúvida um grande clássico entre os fãs mais leais da banda, mesmo por que não é uma música muito conhecida.

Nota: 10

Five Magics: Dale mais violência!! Outa música de cair o queixo!!! Principalmente por causa da introdução, dando destaque ao Mr. David Ellefson, com uma linha de baixo muuuuuuuito boa mesmo! Talvez Five Magics estaja um pouco abaixo das anteriores, mas nem de longe deixa de ser uma excelente música!!

Nota: 9,5

Poison Was The Cure: Talvez a música mais punk do album, devido a sujeira e a velocidade da música, muito maluca mesmo!! Na minha sincera opinião, me arrisco a dizer que é a música mais "fraca" do albúm, apesar de ser uma baita pancadaria e ter muita técnica.

Nota: 9

Lucretia: Demais!!!!! Excelente música!! muita criatividade, riffs poderosissímos (e tem algum neste album que não é?), muita melodia, um solo maravilhoso, e que linha de baixo maneira!!!! Uma das maiores músicas do Megadeth, e por que não, do Heavy Metal em geral. Destaque para a letra!

Nota: 9,8

Tornado Of Souls: PARA TUDO!!! CLASSICA!!!! Que música é essa?? Arrisco-me dizer que ganha até de Hangar 18!! Totalmente empolgante, pesada, vocais estupendos, talvez seja a música mais técnica de toda a carreira da banda, mas que uma coisa é certa, o melhor solo de Marty Friedman e, talvez, de todo o Megadeth, e ele está presente nesta música... O que está esperando?? Vá ouvir essa música agora!!!

Nota: 10

Dawn Patrol: Uma música bastante interessante, é sómente baixo e bateria nessa faixa, com Dave Mustaine cantando de uma forma bem maneira!! Não sei dizer exatamente se seria a introdução da próxima música, mas de qualquer forma, é uma musiquinha bem legalzinha, e bem pequena também...

Nota: 8,5

Rust In Peace...Polaris: Isso é que é fechar em ótimo estilo, uma música perfeita!!!!! Destaque desta vez para Nick Menza, detonando na introdução da música. Pura demonstração de riffs técnicos e pesados, uma definição mais do que suficiente para o termo Thrash Metal, por isso então, fecha-se o disco com a música que tema honra de receber o nome do disco.

Nota: 9,8

Formação:

Dave Mustaine (Guitarras e Vocais)
David Ellefson (Baixo e Backing Vocals)
Marty Friedman (Guitarras)
Nick Menza (Bateria e Percursão)

Quinta-feira, 8 de Maio de 2008

MEGADETH - CRYPTIC WRITINGS

Show do Megadeth dia 03/06 em Goiânia, local: Clube Jaó

"Cryptic Writings" é o 7º disco desta puta banda chamada Megadeth, lançado em 1997 é considerado um dos melhores álbuns do banda, há quem diga que chega quase ser um Rust in Peace...

1- Trust - ótima, é a mais famosa do disco, e é a quarta melhor. É a música do disco que tem introdução de bateria por Mr. Nick Menza.

2- Almost Honest - boa, mas beeem inferior à anterior.

3- Use the Man - é boa, mas é beem fraquinha, talvez a pior do disco. Fala sobre um cara que morre na primeira vez que usa heroína.

4- Mastermind - um cara disse que essa era uma terrível música. Não acreditem nele, pois essa é ótima.

5- The Disintegrators - maravilhosa!!! é a música que nos lembra dos tempos do Rust in Peace.

6- I'll Get Even - uma balada, boazinha, mas fica devendo um pouco.

7- Sin - ótima.

8- A Secret Place - é maravilhosa, tem o mesmo estilo egípcio de Powerslave, do Iron Maiden, quinta melhor do disco.

9- Have Cool, Will Travel - bem boa, lembra o Countdown to Extinction.

10- She-Wolf - uma porrada no sentido mais amplo da palavra, segunda melhor do disco.

11- Vortex - segue o mesmo estilo da anterior, ótima.

12- FFF - pesadona, é ótima. FFF significa Fight For Freedom, é a terceira melhor do disco.

Nota: 10,9

Formação:

Dave Mustaine- vocais, guitarra
David Ellefson- baixo
Nick Menza*- bateria
Marty Friedman- guitarra

* após esse álbum, Nick Menza saiu da banda, alegando que Mustaine era muito arrogante e não aceitava que os outros escrevessem letras de músicas sozinhos. No lugar dele entrou Jimmy DeGrasso, um baterista inferior, porém bom tb.

Tracklist

01 - Trust
02 - Almost Honest
03 - Use The Man
04 - Mastermind
05 - The Disintegrators
06 - I'll Get Even
07 - Sin
08 - A Secret Place
09 - Have Cool, Will Travel
10 - She-Wolf
11 - Vortex
12 - FFF

MEGADETH - THE WORLD NEEDS A HERO

Depois de 2 anos do lançamento do fiasco "RISK", que decepcionou a grande maioria dos fãs da banda, por ser um disco não tão voltado para o heavy metal, e sim mostrando um Megadeth a procura de novos caminhos para sua música, "THE WORLD NEEDS A HERO" chega cercado de apreensão, ainda mais depois da saída de Marty Friedman, que foi substituído por Al Pitrelli (ex- Savatage, guitarra).

Já faz algum tempo que Dave Mustaine não mostra mais a genialidade encontrada em discos como Peace Sells e Rust in Peace, mas é impossível dizer que discos como Countdown To Extinction e Youthanasia são ruins (muito pelo contrário são ótimos).

Em "The World Needs A Hero" o MEGADETH com certeza está de volta ao heavy metal, desde a capa com a volta do mascote VIC até o visual da banda, porém o som não traz tanta energia como antigamente, seguindo uma mesma fórmula e sem maiores inovações. Todas músicas são boas, mas não tem nada que realmente empolgue ou que seja do nível dos trabalhos antigos da banda.

Logicamente temos alguns destaques e algumas músicas merecem observações: “The World Needs a Hero” talvez seja a música mais “diferente” do CD e por isso traz um atrativo a mais, “1000 Times Goodbye” é uma grande faixa, “Burning Bridges” tem um excelente refrão, com uma boa melodia, “Promises” é uma boa balada e serve para quebrar um pouco o rítmo do CD, “Recipe for Hate...Warhorse” e “Dread and Fugitive Mind” não deixam a peteca cair e “Return To Hangar” mostra que Mustaine ainda sabe compor músicas pesadas no estilo de Rust in Peace, com muitos solos e com levadas bem mais heavy metal, mas não chega nem perto da verdadeira Hangar 18.

Al Pitrelli cumpre seu papel perfeitamente, e o baterista Jimmy DeGrasso mais uma vez mostra que toca muito, mas que por má sorte não entrou numa fase muito boa para o Megadeth.

No final das contas THE WORLD NEEDS A HERO é um bom disco, que não decepcionou os fãs, mas que também não vai trazer o MEGADETH ao topo mais uma vez, mas sim contar como mais um CD na grande discografia da banda.

Comentário faixa a faixa:

1. Disconnect: Esta faixa é bem estilo Countdown to Extinction. Refrão com backing vocal, melodia bem a-lá-This Was My Life... muito boa mesmo... um solo incrível... abre muito bem o álbum.

2. The World Needs A Hero: A faixa título também é cheia de peso. A bateria de DeGrasso começa detonando. Um refrão interessante... mas o mais interessante é o solo... realmente, a base pesada com a guitarra detonando ficou muito boa.

3. Moto Psycho: A música tem um riff muito legal, refrão bom, mas não é tão contagiante. Aliás, o mais interessante desta música, na minha opinião, é o solo. Outra coisa interessante é a mudança de Moto Psycho para Coming Home (que o MEGADETH resolveu não lançar neste álbum). Do nada, a música vai ficando lenta e se "transforma" em Coming Home. É legalzinha...

4. 1000 Times Goodbye: O começo é destruidor, e assim se segue pela música. É uma música realmente surpreendente, com um refrão bem Cryptic Writings. Solo alucinante. Muito boa mesmo.

5. Burning Bridges: Quando eu ouvi o começo, me veio à cabeça: "Ah não, uma do estilo Risk..." mas eu estava redondamente enganado. A música ganha um peso brutal, lembrando os velhos tempos. O refrão me lembra um pouco "Use The Man", e o solo é, mais uma vez, surpreendente. Al Pitrelli realmente se encontrou dentro do Megadeth.

6. Promises: A balada do CD. O começo lembra um pouco a "No Leaf Clover" do Metallica, ou até mesmo a "Dream On", do Aerosmith. Mas depois toma direções bem diferentes. Com violinos e violãocelos, esta música é uma demonstração da criatividade de Mustaine. Muito boa.

7. Recipe For Hate... Warhorse: Maravilhosa. Simplesmente maravilhosa. O começo é pesado, mas depois dá lugar ao baixo de Ellefson e aos vocais de Mustaine ( que recitam a letra ). Depois de certo tempo, um belíssimo solo. Depois disso, um peso incrível e aí está Warhorse!! Pesada, com solos incríveis. Mais uma vez, este álbum nos leva aos velhos tempos. Incrível.

8. Losing My Senses: É bem diferente do estilo do Megadeth, mas mesmo assim é interessante. Um riff insistente, é uma música perfeita para ser ouvida na estrada... é uma ótima música, também...

9. Dread & The Fugitive Mind: Embora a maioria dos fãs já tenham ouvido esta música no Capitol Punishment, vale a pena destacá-la novamente. Muito boa, com um peso incrível, me lembra Sweating Bullets. Muito boa mesmo.

10. Silent Scorn: Sim! Sim! SIM!! Esta é a segunda música instrumental da carreira do Megadeth!! E que música! Um peso incrível, com duetos na maioria das vezes... lembra muito o MEGADETH antigo...

11. Return To Hangar: Sem comentários. O MEGADETH consegue criar uma música que faz inúmeras referências à Hangar 18 e que é tão pesada quanto. Incrível, uma das mais pesadas dos últimos tempos, e a característica frase: "Possibly I've seen too much, Hangar 18 I know too much"... incrível, uma das melhores do CD.

12. When: O começo parece "The Call Of Ktulu". O meio parece "Am I Evil". Mas o solo... ah, o solo... um peso incrível da base em contraste com a melodia do solo cria uma atmosfera toda especial em volta da música mais comprida da carreira desta incrível banda. É um destaque do CD, com certeza.

Enfim, após 4 anos, podemos dizer: WELCOME BACK, MEGADETH!

Nota: 9,5

Formação
Dave Mustaine: Guitarras e vocal
Al Pitreli: Guitarras
David Ellefson: Baixo e backing vocal
Jimmy DeGrasso: Bateria

Tracklist

01 Disconnect
02 The World Needs a Hero
03 MotoPsycho
04 1000 Times Good Bye
05 Burning Bridges
06 Promises
07 Recipe For Hate - Warhorse
08 Losing My Senses
09 Dread An The Figitive Mind
10 Silent Storm
11 Return To Hangar
12 When

Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

MEGADETH - KILLING IS MY BUSINESS

Show do Megadeth em Goiânia dia 03/06, local: Clube Jaó

Começar dizendo que este foi o primeiro álbum do Megadeth surgido após a expulsão de Dave Mustaine do Metallica por abuso de álcool (convenhamos que para alguém ser expulso de uma banda de thrash metal por excesso de álcool... nosso jovem guitar hero devia ser mesmo uma máquina!) e tem em seu estilo a nítida vontade de soar mais rápido, agressivo e pungente que sua antiga banda é redundância, mas enfim, convenções cumpridas, prossigamos.

Lançado em 1984 Killing Is My Business... And Business Is Good! (um ótimo título) é pau do início ao fim, trazendo a clássica voz esganiçada (fanha para alguns) de Dave Mustaine, esbanjado solos afiados e riffs sensacionais com seu comparsa Chris Polland, complementado pelo sustentáculo perfeito de David Ellefson e a atuação apenas correta de Gar Samuelson.

“Skull Beneath The Skin” é até hoje uma das melhores da banda, com várias mudanças de andamento e instrumental caprichadíssimo – característica básica da obra “megadethiana” – sendo companheira de “Rattlehead”, “Looking Down The Cross” (soturna porém empolgante, com camadas densas de precisão) e “Mechanix” no hall de clássicos imortais. “Mechanix”, como todos sabem, seria a versão “primitiva” de “The Four Hoursemen” do Metallica, com diferenças consideráveis entre as duas, todavia, a executada por James Hetfield e cia. é superior. A produção não traz o esplendor desejado, poderia ser melhor se metade da grana não tivesse sido gastada em drogas, ainda assim esta certa “tosquice” dá contornos mais intensos a “aura dos anos 80” impregnada aqui, o que é naturalmente positivo.

“Killing Is My Business... And Business Is Good!” é um bom início, mas não o ápice da banda, que se solidificaria e refinaria sua técnica nos anos seguintes.

Apesar dos “contras”, este álbum está cheio de peculiaridades, e seus agradecimentos é um dos momentos mais curiosos, ali está explícito o sentimento do grupo (ou seria Mustaine?) ao ver seu primeiro filho ir ao mundo. E tudo não estaria no lugar se não houvesse uma alfinetada vocês-sabem-em-quem, e aqui está ela: "agradecemos ao METALLICA por provar o verdadeiro sangue do metal correndo em nossas veias". Então tá Dave, o recado foi dado.

Formação:
Dave Mustaine (Vocal/Guitarra)
Chris Polland (Guitarra)
David Ellefson (Baixo)
Gar Samuelson (Bateria)

Tracklist

01 - Last Rites Loved To Deth
02 - Killing is My Business And Business is Good!
03 - Skull Beneath The Skin
04 - The Boots
05 - Rattlehead
06 - Chosen Ones
07 - Looking Down The Cross
08 - Mechanix

Terça-feira, 6 de Maio de 2008

MEGADETH - COUNTDOWN TO EXTINCTION

Vamos aquecendo os motores para o show imperdível do Megadeth em Goiânia no dia 03/06/2008, está confirmado, inclusive já está no site oficial da banda.

Fazer uma análise de um clássico do Metal não é fácil. Especialmente quando este é um clássico de uma das maiores e mais influentes bandas de Thrash Metal da história. E principalmente quando se refere ao álbum "Countdown To Extinction" do Megadeth. Já ouvi muita gente dizer que não gostou desco disco, mas este disco é porrada na veia, bom pra karai...

A dificuldade em se analisar o "Countdown" são duas. Em primeiro lugar, esse é o sucessor do "Rust In Peace", considerado o melhor álbum do MEGADETH e talvez uma das maiores obras do Thrash. Segundo porquê, justamente pelo impacto causado por seu antecessor, o "Countdown To Extinction" foi o álbum mais vendido da carreira da banda, ultrapassando a marca de 2 milhões de cópias vendidas, o que torna suspeita qualquer análise séria acerca do mesmo.

Deixando de lado os problemas e as dificuldades, vamos à análise de um álbum, que marcou uma mudança de rumos no som da banda, com uma pitada de Hard Rock no quase perfeito Thrash Metal com influências de Heavy. O CD gravado e lançado em 1992 pela Capitol Records trazia o chefão Dave Mustaine com seu fiel escudeiro David Ellefson no baixo, o Gênio Marty Friedman nas guitarras e o habilidoso Nick Menza na bateria em seu segundo trabalho. Vamos então a análise, faixa a faixa:

1. O CD começa com a veloz e dinâmica "Skin O' My Teeth" que, segundo palavras do próprio Mustaine, "essa música fala de quantas vezes tentei me matar por causa daquela merda de droga". Apesar do solo não ser dos mais marcantes, o ritmo e o entrosamento da música (e dos músicos) já demonstra a qualidade dos mesmos no seu flerte com um estilo diferente do Thrash. Nota 9.

2. Disparada umas das melhores músicas do álbum e também a mais famosa da banda, a violenta "Symphony of Destruction" ainda preserva a velocidade característica da banda, principalmente no solo, um legítimo riff, bem ao estilo Marty Friedman, com técnica e feeling de sobra. A canção mereceu até a gravação de um clipe, com censura da MTV e tudo! O ritmo marcante da bateria e o baixo pulsante, fazendo base para o estranho porém ingrato vocal de Mustaine são destaques que não passam em branco na música. Nota 10!

3. "Architecture of Aggression" está longe de ser um clássico ou uma música marcante, mas encabeça a lista de músicas diferentes do Megadeth. Tem um solo veloz, o que mantém o álbum fincado nas raízes da banda. Nota 8.

4. O início irônico e melancólico de "Foreclosure of A Dream" dá o tom de bucolismo que engana. O peso das guitarras que dão base ao refrão torna-a mais marcante ainda, com sua letra baseada nas terras dos pais de Ellefson quando estas foram confiscadas. Um bom riff dá o toque de classe à uma canção que apesar de se distanciar e muito do som original da banda (vide a introdução) é pesada e bem feita. Nota 9.

5. Um clássico contestado por uns e amado por outros, "Sweating Bullets" mostra mais uma vez o lado irônico e irreverente de Mustaine. A letra da música é um verdadeiro passeio pela loucura, com o clipe mostrando os membros da banda 'clonados' e falando com eles mesmos(!). Melódica porém sem o 'Megadeth way of Thrash' de outrora. Nota 9.

6. "This Was My Life" tem boa melodia e bom refrão, que aliados ao peso de sempre da tríade guitarra-bateria-baixo, não precisa se fazer valer da velocidade para se destacar nesse CD. Nota 9.

7. Talvez uma das músicas mais esquecidas pela banda e pelos fãs, "Countdown To Extinction" é pesada com letra inteligente e ritmo dinâmico. Talvez por não ter um solo, não seja tão marcante quanto outras músicas com temática de protesto (em seu caso, meio ambiente). Nota 8,5.

8. "High Speed Dirt" é outra música que mostra um pouco do distanciamento do Thrash Metal. Um tanto quanto pesada, mas sem tanta velocidade. Porém não deixa de ser uma boa música, mostrando mais uma vez a competência de Mustaine e cia. Nota 8.

9. "Psychotron" é outra que segue a mesma linha da anterior, porém com um solo que merece mais destaque pela rapidez. Nota 8.

10. Uma das melhores e mais empolgantes de todo o álbum, "Captive Honour" (que conta com a voz de Nick Menza) é dinâmica, veloz e criativa. Refrão e riff marcante ajudam a torná-la ainda mais interessante. Nota 10.

11. Encerrando o álbum, talvez a melhor depois de "Symphony". O início marcante e alternado de "Ashes In Your Mouth" mostra a velocidade de bateria e guitarra, que ao longo da música se mostram outro forte elemento numa música que lembra o MEGADETH mais Thrash dos álbuns anteriores. A letra que fala das esperanças de pessoas que após obterem a tão esperada liberdade se encontram numa situação pior ainda. Nota 10!

Tracklist

01 - Skin O' My Teeth
02 - Symphony of Destruction
03 - Architecture of Aggression
04 - Foreclosure of a dream
05 - Sweating Bullets
06 - This Was My Life
07 - Countdown to Extinction
08 - High Speed Dirt
09 - Psychotron
10 - Captive Honour
11 - Ashes in Your Mouth
12 - Crown of Worms (bonus track)

Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

INDIGO DYING - INDIGO DYING 2008

"Indigo Dying" é a banda de rock formanda pela da talentosa Gisa Vatcky, uma cantora que já trabalhou com um número incrível de artistas famosos. Uma lista que inclui Andrea Bocelli, Enrique Iglesias, Placido Domingo, Melissa Etherige, Luis Miguel, Perry Farrell, Meat Loaf, entre outros.

Este álbum conta com os músicos Mordechai "Mordy" Hauser (guitarra), Fabrizio Grossi (baixo, produtor, guitarra acústica), John Macaluso (bateria ex TNT, Malmsteen e Riot), Jamie Teramo (teclados, piano) e Tommy Denander nas guitarras adicionais.

Alguns cantores famosos também participarão do álbum de Gisa! O ex-vocalista do Helloween, Michael Kiske, participa num dueto fantástico com Gisa na faixa 03 "Breathe In Water" (Galera como este Michael Kiske canta pra karai, que voz incrível, com certeza é o grande destaque deste álbum). Também tem a participação do ex vocalista do Malmsteen, Mark Boals, em “Superman” e “Fair Enough”.

O som da banda é muito bom, dividido entre algumas baladas e outras músicas mais pesadas.

Tracklist

01. All I Never Wanted
02. Hear Me
03. Breathe In Water (Com Michael Kiske)
04. Better
05. Taken
06. Superman (Com Mark Boals)
07. Island
08. Remember (I.O.U.)
09. Real Life Fairytale
10. Far Enough (Com Mark Boals)
11. Shattered Life
12. Go

Domingo, 4 de Maio de 2008

HELLOWEEN - LINE IN KOLN '92

Show ripado do DVD Live in Koln do Helloween, show de 1992 na turne do disco "Pink Bubbles Go Ape".

Destaque para a performance do Michael Kiske, que voz maravilhosa este cara tem, o cara nao desafinana nunca, é incrível.

Tracklist

01 - Kids Of The Century
02 - Back On The Streets
03 - Eagle Fly Free
04 - A Little Time
05 - Mankind
06 - I'm Doing Fine Crazy Manc
07 - Dr. Stein
08 - Pink Bubbles Go Ape / Your Turn
09 - A Tale That Wasn't Right
10 - Future World
11 - Number One
12 - How Many Tears

 

Sábado, 3 de Maio de 2008

CHRIS CAFFERY - PINS AND NEEDLES

Chris Caffery já não é conhecido como o guitarrista do Savatage. Ele já publicou seu primeiro álbum solo três anos atrás chamado "Faces" e somente um ano mais tarde o cheio de sucesso "W.A.R.P.E.D." Nós costumávamos dizer que todas as boas coisas são as terceiras e deste modo é "Pins and Needles" outro álbum que é ainda um pouco mais agressivo como os anteriores o que fica claro imediatamente na primeira música e a faixa título. De qualquer modo, sem pânico, fãs de Savatage e Chris Caffery ainda transforma sua alegria em canções. Mesmo se mais experimentalmente como mostra e com até mesmo mais poder, as músicas ainda tem o seu ponto característico. Todavia, na primeira audição das músicas elas não grudam na cabeça. O principal foco é naturalmente e novamente a guitarra, algumas vezes rápida, outras hard, com prazer e também alguns momentos bem difíceis, mas na maior parte do tempo absolutamente no fundo com a bateria.Estas partes mostram claramente a classe de Mr.Caffery. E mesmo se ele não vencesse o prêmio de melhor cantor, existem muitos cantores piores. Alguns dos músicos convidados são Ferdy Doernberg (Axel Rudi Pell) como tecladista com Mettle Eastern, Nick Douglas (Doro) como baixista e Paul Morris (Rainbow) como outro tecladista. Mais duas dicas para ouvir são "Sad", e simplesmente a mais tranquila "The Time".

Tracklist

01 - Pins and Needles
02 - Sixty-Six
03 - Torment
04 - Walls
05 - YGBFKM (You've Gotta Be Fucking Kidding Me!)
06 - Sad
07 - Chained
08 - Worms
09 - Crossed
10 - The Time
11 - Metal East
12 - Qualdio
13 - The Temple
14 - Once Upon A Time